{"id":855,"date":"2022-03-14T21:57:12","date_gmt":"2022-03-14T21:57:12","guid":{"rendered":"https:\/\/pages.cnpem.br\/anuario\/?page_id=855"},"modified":"2022-06-13T15:48:46","modified_gmt":"2022-06-13T15:48:46","slug":"engenharia-cnpem","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/pages.cnpem.br\/anuario\/engenharia-cnpem\/","title":{"rendered":"ENGENHARIA CNPEM"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row bg_type=&#8221;image&#8221; parallax_style=&#8221;vcpb-default&#8221; bg_image_new=&#8221;id^108|url^https:\/\/pages.cnpem.br\/anuario\/wp-content\/uploads\/sites\/142\/2022\/02\/726224_19-scaled-e1647379210270.jpg|caption^null|alt^null|title^726224_19|description^null&#8221; bg_override=&#8221;ex-full&#8221;][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;][vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;]<div id=\"ultimate-heading-93046a52af1cb6cb5\" class=\"uvc-heading ult-adjust-bottom-margin ultimate-heading-93046a52af1cb6cb5 uvc-456  uvc-heading-default-font-sizes\" data-hspacer=\"no_spacer\"  data-halign=\"left\" style=\"text-align:left\"><div class=\"uvc-heading-spacer no_spacer\" style=\"top\"><\/div><div class=\"uvc-main-heading ult-responsive\"  data-ultimate-target='.uvc-heading.ultimate-heading-93046a52af1cb6cb5 h1'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"\",\"line-height\":\"\"}' ><h1 style=\"font-family:&#039;Roboto Condensed&#039;;font-weight:700;color:#eded0b;\">ENGENHARIA CNPEM<\/h1><\/div><div class=\"uvc-sub-heading ult-responsive\"  data-ultimate-target='.uvc-heading.ultimate-heading-93046a52af1cb6cb5 .uvc-sub-heading '  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"font-family:&#039;Roboto&#039;;font-style:italic;font-weight:300;color:#eaf213;\"><span style=\"color: #000000;\"><em><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong><span style=\"font-family: roboto, helvetica, arial, sans-serif;\">Desenvolvimento tecnol\u00f3gico posto \u00e0 prova<\/span><\/strong><\/span><\/em><\/span><\/div><\/div>[vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1655135384520{margin-top: 30px !important;margin-right: 30px !important;margin-bottom: 30px !important;margin-left: 30px !important;padding-top: 20px !important;padding-right: 20px !important;padding-bottom: 20px !important;padding-left: 20px !important;background-color: rgba(33,33,33,0.5) !important;*background-color: rgb(33,33,33) !important;}&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ffffff;\"><strong><em>O desenvolvimento de novas tecnologias de produ\u00e7\u00e3o de equipamentos, pe\u00e7as e a maestria na manipula\u00e7\u00e3o de materiais em suas mais diversas escalas fazem parte da expertise do CNPEM.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ffffff;\">Formando parcerias com ind\u00fastrias nacionais e internacionais e investindo em sua equipe interna, durante sua hist\u00f3ria o CNPEM desenvolveu capacidade para projetar e produzir instrumentos cient\u00edficos, compet\u00eancia associada ao conhecimento acumulado desde a constru\u00e7\u00e3o da primeira fonte de luz s\u00edncrotron no Brasil. Hoje, por exemplo, o Centro opera uma das mais avan\u00e7adas infraestruturas de v\u00e1cuo do Pa\u00eds, com capacidade de fabrica\u00e7\u00e3o de c\u00e2maras em diferentes materiais (a\u00e7o inox, cobre, alum\u00ednio e cer\u00e2mica) e desenvolveu t\u00e9cnicas complexas de soldagem para aplica\u00e7\u00f5es que exigem press\u00f5es tipicamente encontradas no espa\u00e7o (abaixo de 10<sup>-11<\/sup>mBar)\u00a0e que s\u00e3o\u00a0 fundamentais para opera\u00e7\u00e3o de s\u00edncrotron, fabrica\u00e7\u00e3o de magnetos supercondutores e sistemas criog\u00eanicos. Na \u00e1rea de eletr\u00f4nica digital, o CNPEM projeta e desenvolve diferentes componentes de opera\u00e7\u00e3o em sistemas complexos de diagn\u00f3stico e controle, m\u00e1quinas de precis\u00e3o, compostas por sistemas mecatr\u00f4nicos avan\u00e7ados, que visam adequar a aplica\u00e7\u00e3o das diferentes t\u00e9cnicas de pesquisa dispon\u00edveis aos in\u00fameros tipos de amostras e condi\u00e7\u00f5es exigidas nos experimentos. Na tem\u00e1tica de cat\u00e1lise e energia, destaca-se o desenvolvimento de um simulador de reator catal\u00edtico com fluxo controlado de reagentes. Os destaques acima s\u00e3o apenas alguns casos ilustrativos dos esfor\u00e7os do CNPEM para o desenvolvimento de ferramentas e instrumenta\u00e7\u00e3o cient\u00edfica relacionadas a opera\u00e7\u00e3o de grandes e complexas infraestruturas de pesquisa. Em suma, a concep\u00e7\u00e3o, desenvolvimento e opera\u00e7\u00e3o de infraestruturas e equipamentos complexos \u00e9 um indicativo da capacidade tecnol\u00f3gica de um pa\u00eds. Dessa forma, a atua\u00e7\u00e3o do CNPEM nesta \u00e1rea tem contribu\u00eddo para que o Brasil n\u00e3o seja apenas um importador de equipamentos, mas que tamb\u00e9m acumule compet\u00eancias t\u00e9cnicas desenvolvendo tecnologias com potencial de exporta\u00e7\u00e3o. Este \u00e9 um marco significativo para o Pa\u00eds e parte da miss\u00e3o dos polos de tecnologia.<\/span><\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_empty_space height=&#8221;30px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;30&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row el_class=&#8221;anuario-borda-materia3&#8243;][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;]<div id=\"ultimate-heading-11616a52af1cb6d63\" class=\"uvc-heading ult-adjust-bottom-margin ultimate-heading-11616a52af1cb6d63 uvc-8471 anuario-chapeu-materia3 azul uvc-heading-default-font-sizes\" data-hspacer=\"no_spacer\"  data-halign=\"left\" style=\"text-align:left\"><div class=\"uvc-heading-spacer no_spacer\" style=\"top\"><\/div><div class=\"uvc-main-heading ult-responsive\"  data-ultimate-target='.uvc-heading.ultimate-heading-11616a52af1cb6d63 h6'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"\",\"line-height\":\"\"}' ><h6 style=\"font-family:&#039;Roboto&#039;;--font-weight:theme;\">PARCERIAS<\/h6><\/div><\/div>[vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;]<div id=\"ultimate-heading-70266a52af1cb6df0\" class=\"uvc-heading ult-adjust-bottom-margin ultimate-heading-70266a52af1cb6df0 uvc-882  uvc-heading-default-font-sizes\" data-hspacer=\"no_spacer\"  data-halign=\"left\" style=\"text-align:left\"><div class=\"uvc-heading-spacer no_spacer\" style=\"top\"><\/div><div class=\"uvc-main-heading ult-responsive\"  data-ultimate-target='.uvc-heading.ultimate-heading-70266a52af1cb6df0 h3'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"\",\"line-height\":\"\"}' ><h3 style=\"font-family:&#039;Roboto&#039;;--font-weight:theme;\">Acordo entre PITEC e CNPEM avan\u00e7a no desenvolvimento de tecnologia nacional de ponta<\/h3><\/div><div class=\"uvc-sub-heading ult-responsive\"  data-ultimate-target='.uvc-heading.ultimate-heading-70266a52af1cb6df0 .uvc-sub-heading '  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"font-weight:normal;\">ENTENDIMENTO ESTABELECE CONDI\u00c7\u00d5ES GERAIS PARA A COOPERA\u00c7\u00c3O EM PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOL\u00d3GICO EM DETECTORES DE RAIOS X, ENGENHARIA DE ACELERADORES E LINHAS DE LUZ<\/div><\/div>[vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Pi Tecnologia (PITEC), empresa dedicada ao desenvolvimento de sistemas de comunica\u00e7\u00e3o e de imagem com sistemas eletr\u00f4nicos de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, e o CNPEM firmaram em 2020 um acordo de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica para a execu\u00e7\u00e3o de projetos de pesquisa aplicada e desenvolvimento tecnol\u00f3gico, envolvendo a transfer\u00eancia de know-how e tecnologias. O acordo estabelece condi\u00e7\u00f5es gerais para desenvolvimento conjunto de novos produtos, fornecimento de novos componentes para o Sirius, e para a transfer\u00eancia de tecnologia entre as partes, visando criar condi\u00e7\u00f5es para o desenvolvimento de aplica\u00e7\u00f5es de impacto que v\u00e3o al\u00e9m do que existe hoje nas duas institui\u00e7\u00f5es. Um dos componentes mais importantes das linhas de luz, os detectores funcionam como c\u00e2meras digitais especialmente desenvolvidas para a detec\u00e7\u00e3o da luz s\u00edncrotron. Eles s\u00e3o respons\u00e1veis por captar os sinais resultantes da intera\u00e7\u00e3o entre a luz s\u00edncrotron e a amostra e, com ajuda de supercomputadores, transform\u00e1-los em informa\u00e7\u00f5es quantific\u00e1veis que possam ser usadas pelos pesquisadores em suas an\u00e1lises. \u201cEu acredito que a grande beleza de se relacionar com uma institui\u00e7\u00e3o como o CNPEM \u00e9 a multidisciplinaridade. Voc\u00ea acaba aplicando seus conhecimentos em \u00e1reas que voc\u00ea nem imaginava que seriam poss\u00edveis. O conhecimento que n\u00f3s encontramos no CNPEM e no Sirius, aliado \u00e0 capacidade de engenharia e de constru\u00e7\u00e3o que n\u00f3s temos aqui, formou o ambiente ideal para que a gente conseguisse resolver problemas de alta complexidade\u201d afirma J\u00falio C\u00e9sar, CEO da PITEC.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">\u201cAo transferir tecnologias desenvolvidas no CNPEM para uma empresa nacional como a PITEC, ganhamos um parceiro capaz de produzir em maior escala dispositivos adaptados aos elevados padr\u00f5es que precisamos nos aceleradores e nas linhas de luz. Com isso poderemos nos concentrar nos aspectos de maior competitividade do Sirius, como desenvolver novas esta\u00e7\u00f5es experimentais, novos m\u00e9todos de aquisi\u00e7\u00e3o e processamento de dados e diversas outras frentes inovadoras mundialmente\u201d, explica Lucas Sanfelici, chefe de divis\u00e3o de engenharia das linhas de luz.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;152&#8243; img_size=&#8221;615&#215;300&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221; el_class=&#8221;anuario-img-materia3&#8243;][vc_cta h2=&#8221;GRA\u00c7AS AO ENVOLVIMENTO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS, FOI ALCAN\u00c7ADO UM \u00cdNDICE DE 85% DE NACIONALIZA\u00c7\u00c3O DO PROJETO&#8221; h2_font_container=&#8221;tag:h4|text_align:left&#8221; h2_google_fonts=&#8221;font_family:Roboto%20Condensed%3A300%2C300italic%2Cregular%2Citalic%2C700%2C700italic|font_style:400%20regular%3A400%3Anormal&#8221; el_width=&#8221;xs&#8221; use_custom_fonts_h2=&#8221;true&#8221;][\/vc_cta][vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>OUTRAS PARCERIAS TECNOL\u00d3GICAS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Sirius teve entre seus objetivos estimular o desenvolvimento da ind\u00fastria brasileira, por meio da indu\u00e7\u00e3o de demandas de servi\u00e7os, mat\u00e9rias-primas e equipamentos. Gra\u00e7as ao envolvimento das empresas brasileiras, foi alcan\u00e7ado um \u00edndice de nacionaliza\u00e7\u00e3o do projeto \u2013 ou seja, dos recursos investidos dentro do Pa\u00eds \u2013 de cerca de 85%. Somados, os diferentes tipos de parceria envolvem um universo de mais de trezentas empresas brasileiras, de pequeno, m\u00e9dio e grande portes \u2013 sem contar aquelas envolvidas em demandas para as obras civis, que foram gerenciadas pela construtora Racional Engenharia. Em meio a este universo, mais de quarenta empresas trabalharam em desenvolvimentos tecnol\u00f3gicos especialmente para o Projeto Sirius. Al\u00e9m da PITEC, as empresas WEG, FCA e Termomec\u00e2nica s\u00e3o algumas das parceiras envolvidas no Projeto Sirius.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;40px&#8221;]<div id=\"ultimate-heading-63466a52af1cb6e5b\" class=\"uvc-heading ult-adjust-bottom-margin ultimate-heading-63466a52af1cb6e5b uvc-8379 anuario-chapeu-materia3 azul uvc-heading-default-font-sizes\" data-hspacer=\"no_spacer\"  data-halign=\"left\" style=\"text-align:left\"><div class=\"uvc-heading-spacer no_spacer\" style=\"top\"><\/div><div class=\"uvc-main-heading ult-responsive\"  data-ultimate-target='.uvc-heading.ultimate-heading-63466a52af1cb6e5b h6'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"\",\"line-height\":\"\"}' ><h6 style=\"--font-weight:theme;\">TECNOLOGIAS QU\u00c2NTICAS<\/h6><\/div><\/div>[vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;][vc_single_image image=&#8221;238&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; add_caption=&#8221;yes&#8221; el_class=&#8221;anuario-img-materia3&#8243;]<div id=\"ultimate-heading-31056a52af1cb6eab\" class=\"uvc-heading ult-adjust-bottom-margin ultimate-heading-31056a52af1cb6eab uvc-8266  uvc-heading-default-font-sizes\" data-hspacer=\"no_spacer\"  data-halign=\"left\" style=\"text-align:left\"><div class=\"uvc-heading-spacer no_spacer\" style=\"top\"><\/div><div class=\"uvc-main-heading ult-responsive\"  data-ultimate-target='.uvc-heading.ultimate-heading-31056a52af1cb6eab h3'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"\",\"line-height\":\"\"}' ><h3 style=\"font-family:&#039;Roboto&#039;;--font-weight:theme;\">CBMM e CNPEM buscam acelerar desenvolvimento de tecnologias em supercondutividade<\/h3><\/div><div class=\"uvc-sub-heading ult-responsive\"  data-ultimate-target='.uvc-heading.ultimate-heading-31056a52af1cb6eab .uvc-sub-heading '  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"font-weight:normal;\">PARCERIA VISA FOMENTAR PESQUISAS E DESENVOLVIMENTOS<br \/>\nTECNOL\u00d3GICOS RELACIONADOS A MATERIAIS SUPERCONDUTORES<br \/>\nCOM NI\u00d3BIO<\/div><\/div>[vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;][vc_row_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>PARCERIA VISA FOMENTAR PESQUISAS E DESENVOLVIMENTOS TECNOL\u00d3GICOS RELACIONADOS A MATERIAIS SUPERCONDUTORES COM NI\u00d3BIO<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2021, a CBMM, l\u00edder mundial na produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos de ni\u00f3bio, e o CNPEM firmaram acordo de coopera\u00e7\u00e3o em pesquisa e desenvolvimento tecnol\u00f3gico e cient\u00edfico na \u00e1rea de materiais supercondutores com aplica\u00e7\u00e3o de ni\u00f3bio. \u201cO objetivo deste acordo de coopera\u00e7\u00e3o \u00e9 fazer ci\u00eancia, desenvolver tecnologias e aplic\u00e1-las em todas as escalas, agregando valor a novos produtos de interesse da sociedade.\u201d, comenta James Citadini, Gerente de Engenharia e Tecnologia do CNPEM. \u201cA CBMM atua para diversificar o mercado global de Ni\u00f3bio, e para isso investe cerca de R$200 milh\u00f5es de reais por ano em seu Programa de Tecnologia, sendo o segmento de supercondutores um dos mais inovadores. Entendemos que n\u00e3o h\u00e1 alternativa para a produ\u00e7\u00e3o desses materiais em grande escala que n\u00e3o passe pela utiliza\u00e7\u00e3o do Ni\u00f3bio\u201d, destaca Rodolfo Morgado, gerente do segmento de Produtos Especiais da CBMM. Este acordo visa propiciar o projeto, desenvolvimento e aplica\u00e7\u00f5es da supercondutividade como elemento-chave do desempenho de equipamentos nas mais variadas \u00e1reas, incluindo m\u00e9dica, energia, f\u00edsica de part\u00edculas, el\u00e9trica e eletr\u00f4nica, e defesa, gerando componentes de alto valor agregado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O NI\u00d3BIO <\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este elemento pode ser aplicado na estrutura de edif\u00edcios e pontes, em ve\u00edculos, turbinas de avi\u00e3o, foguetes e sondas espaciais, al\u00e9m de tubula\u00e7\u00f5es de g\u00e1s e baterias el\u00e9tricas. Al\u00e9m disso, \u00e9 essencial para o desenvolvimento de materiais supercondutores. A supercondutividade \u00e9 a propriedade que permite a certos materiais conduzirem corrente el\u00e9trica sem resist\u00eancia e, portanto, sem perda de energia. Os supercondutores j\u00e1 s\u00e3o utilizados em aplica\u00e7\u00f5es que visam transmiss\u00e3o de energia e motores el\u00e9tricos muito mais eficientes, m\u00e1quinas de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica e outros equipamentos de diagn\u00f3stico m\u00e9dico de alto desempenho, al\u00e9m da confec\u00e7\u00e3o de equipamentos para pesquisas cient\u00edficas, como em magnetos para aceleradores de part\u00edculas. No entanto, uma grande limita\u00e7\u00e3o para o uso de materiais supercondutores em larga escala \u00e9 a necessidade de serem mantidos a temperaturas baix\u00edssimas, pr\u00f3ximas do zero absoluto (-273.15\u00b0C), exigindo sua associa\u00e7\u00e3o a grandes infraestruturas de resfriamento. Sendo assim, h\u00e1 uma constante busca por materiais supercondutores que operem a temperaturas cada vez mais pr\u00f3ximas da temperatura ambiente, o que viabilizaria uma verdadeira revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. E \u00e9 aqui que ligas de ni\u00f3bio-tit\u00e2nio fazem a diferen\u00e7a, desempenhando papel vital para a opera\u00e7\u00e3o desses equipamentos.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_cta h2=&#8221;A SUPERCONDUTIVIDADE \u00c9 A PROPRIEDADE QUE PERMITE A CERTOS MATERIAIS CONDUZIREM CORRENTE EL\u00c9TRICA SEM RESIST\u00caNCIA E, PORTANTO, SEM PERDA DE ENERGIA.&#8221; h2_font_container=&#8221;tag:h4|text_align:left&#8221; h2_google_fonts=&#8221;font_family:Roboto%20Condensed%3A300%2C300italic%2Cregular%2Citalic%2C700%2C700italic|font_style:400%20regular%3A400%3Anormal&#8221; shape=&#8221;square&#8221; el_width=&#8221;xs&#8221; use_custom_fonts_h2=&#8221;true&#8221;][\/vc_cta][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>EMA <\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma das novas esta\u00e7\u00f5es experimentais abertas no Sirius, denominada Ema, \u00e9 um dos recursos mais avan\u00e7ados para experimentos que buscam solu\u00e7\u00f5es para tecnologias que envolvem a supercondutividade. A esta\u00e7\u00e3o de pesquisa foi projetada para estudar materiais submetidos a temperaturas extremamente altas, mais de 8000\u00b0C, ou extremamente baixas, pr\u00f3ximas do zero absoluto; ou tamb\u00e9m a press\u00f5es extremamente altas, equivalentes ao dobro da press\u00e3o no centro da Terra. Quando a mat\u00e9ria \u00e9 submetida a essas condi\u00e7\u00f5es extremas, ela pode apresentar novas propriedades f\u00edsicas e qu\u00edmicas, passando, por exemplo, de condutor para isolante, de magn\u00e9tico para n\u00e3o magn\u00e9tico, e vice-versa, ou mesmo apresentar caracter\u00edsticas que n\u00e3o existem em condi\u00e7\u00f5es normais como \u00e9 o caso dos materiais supercondutores. Tais condi\u00e7\u00f5es s\u00f3 podem ser desvendadas por um feixe de raios X de alto brilho, como o produzido pelo Sirius, a partir da combina\u00e7\u00e3o de diversas t\u00e9cnicas, como difra\u00e7\u00e3o, espectroscopia de absor\u00e7\u00e3o e espalhamento inel\u00e1stico de raios X. Nessa linha ser\u00e1 poss\u00edvel responder perguntas sobre a estrutura at\u00f4mica dos materiais e como elas mudam de acordo com as condi\u00e7\u00f5es de baix\u00edssima temperatura ou alt\u00edssima press\u00e3o necess\u00e1rias durante o processo de manufatura de um material supercondutor. \u201cNa linha EMA buscamos entender microscopicamente o efeito de supercondutividade e observ\u00e1-lo \u00e0 temperatura ambiente. Esta compreens\u00e3o poderia afetar todas as aplica\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas em nossa sociedade\u201d, destaca Narcizo de Souza Neto, Chefe da Divis\u00e3o de Mat\u00e9ria Condensada e Ci\u00eancia dos Materiais do LNLS.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;][vc_single_image image=&#8221;122&#8243; img_size=&#8221;1200&#215;400&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221; el_class=&#8221;anuario-img-materia3&#8243;]<div id=\"ultimate-heading-56756a52af1cb6efd\" class=\"uvc-heading ult-adjust-bottom-margin ultimate-heading-56756a52af1cb6efd uvc-4320  uvc-heading-default-font-sizes\" data-hspacer=\"no_spacer\"  data-halign=\"left\" style=\"text-align:left\"><div class=\"uvc-heading-spacer no_spacer\" style=\"top\"><\/div><div class=\"uvc-main-heading ult-responsive\"  data-ultimate-target='.uvc-heading.ultimate-heading-56756a52af1cb6efd h3'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"\",\"line-height\":\"\"}' ><h3 style=\"font-family:&#039;Roboto&#039;;--font-weight:theme;\">CNPEM e CERN firmam acordo de colabora\u00e7\u00e3o<\/h3><\/div><div class=\"uvc-sub-heading ult-responsive\"  data-ultimate-target='.uvc-heading.ultimate-heading-56756a52af1cb6efd .uvc-sub-heading '  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"font-weight:normal;\">IMPULSIONADO PELAS SOLU\u00c7\u00d5ES TECNOL\u00d3GICAS DESENVOLVIDAS NO BRASIL PARA O PROJETO SIRIUS, NOVO ENTENDIMENTO ESTABELECE PAR\u00c2METROS PARA PARCERIA AMPLA EM PESQUISAS DE INTERESSE M\u00daTUO, COMO AS DE MATERIAIS SUPERCONDUTORES.<\/div><\/div>[vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;][vc_row_inner][vc_column_inner][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Organiza\u00e7\u00e3o Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), um dos laborat\u00f3rios l\u00edderes mundiais em f\u00edsica de part\u00edculas, respons\u00e1vel pela opera\u00e7\u00e3o do Grande Colisor de H\u00e1drons (LHC), o maior colisor de part\u00edculas do planeta, e CNPEM firmaram dia 4 de dezembro de 2020 um amplo acordo de colabora\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica. O acordo estabeleceu condi\u00e7\u00f5es legais para colabora\u00e7\u00e3o em pesquisas e compartilhamento de recursos em qualquer \u00e1rea de interesse m\u00fatuo, em especial nas tecnologias aplicadas \u00e0 f\u00edsica de aceleradores, \u00edm\u00e3s e materiais supercondutores. Estes conhecimentos s\u00e3o de enorme valor para o desenvolvimento de novas tecnologias, tanto no campo da ci\u00eancia quanto em diversos setores da ind\u00fastria. \u201cA parceria do CNPEM com o CERN permite o desenvolvimento de projetos conjuntos em diversas \u00e1reas, em especial a de supercondutividade. Como todo projeto de alta tecnologia, haver\u00e1 um grande envolvimento da ind\u00fastria nacional que se beneficiar\u00e1 em \u00e1reas como desenvolvimento e constru\u00e7\u00e3o de criostatos, desenvolvimento e fabrica\u00e7\u00e3o de fios supercondutores e materiais para opera\u00e7\u00e3o em condi\u00e7\u00f5es extremas, fabrica\u00e7\u00e3o de bobinas, desenvolvimento de eletr\u00f4nicas r\u00e1pidas de pot\u00eancia e diagn\u00f3stico, entre outros\u201d, comenta James Citadini, Gerente de Engenharia e Tecnologia do CNPEM. O CERN trabalha em estudos de viabilidade para um Futuro Colisor Circular (FCC), uma infraestrutura quatro vezes maior, com cerca de 100 quil\u00f4metros de extens\u00e3o, voltada a pesquisas sobre constituintes fundamentais da mat\u00e9ria. Projeto que demanda recursos humanos e fornecimento de materiais certificados sob os mais elevados padr\u00f5es tecnol\u00f3gicos. \u201cEstou muito satisfeito em assinar este acordo de colabora\u00e7\u00e3o\u201d, disse Fr\u00e9d\u00e9rick Bordry, Diretor de Aceleradores e Tecnologia do CERN. \u201cPor 30 anos, o Brasil tem sido um forte parceiro nas atividades cient\u00edficas do CERN. A assinatura deste novo acordo aumentar\u00e1 nossa colabora\u00e7\u00e3o em pesquisa cient\u00edfica, treinamento, inova\u00e7\u00e3o e no compartilhamento de conhecimento na \u00e1rea de tecnologia de aceleradores. O CNPEM e o Brasil t\u00eam muitas compet\u00eancias e talentos comprovados nesta \u00e1rea e estou convencido de que isso trar\u00e1 muitos benef\u00edcios m\u00fatuos, al\u00e9m de motivar tamb\u00e9m os parceiros industriais.\u201d<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][vc_cta h2=&#8221;\u201cA ASSINATURA DESTE NOVO ACORDO AUMENTAR\u00c1 NOSSO COMPARTILHAMENTO DE CONHECIMENTO NA \u00c1REA DE TECNOLOGIA DE ACELERADORES\u201d, disse Fr\u00e9d\u00e9rick Bordry, Diretor de Aceleradores e Tecnologia do CERN.&#8221; h2_font_container=&#8221;tag:h4|text_align:left&#8221; h2_google_fonts=&#8221;font_family:Roboto%20Condensed%3A300%2C300italic%2Cregular%2Citalic%2C700%2C700italic|font_style:400%20regular%3A400%3Anormal&#8221; shape=&#8221;square&#8221; use_custom_fonts_h2=&#8221;true&#8221;][\/vc_cta][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/4&#8243;]<div id=\"ultimate-heading-14936a52af1cb6f53\" class=\"uvc-heading ult-adjust-bottom-margin ultimate-heading-14936a52af1cb6f53 uvc-921 anuario-chapeu-materia3 uvc-heading-default-font-sizes\" data-hspacer=\"no_spacer\"  data-halign=\"left\" style=\"text-align:left\"><div class=\"uvc-heading-spacer no_spacer\" style=\"top\"><\/div><div class=\"uvc-main-heading ult-responsive\"  data-ultimate-target='.uvc-heading.ultimate-heading-14936a52af1cb6f53 h6'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"\",\"line-height\":\"\"}' ><h6 style=\"font-family:&#039;Roboto&#039;;--font-weight:theme;\">ACELERADORES DE PART\u00cdCULAS<\/h6><\/div><\/div>[vc_empty_space height=&#8221;8px&#8221;][vc_single_image image=&#8221;158&#8243; img_size=&#8221;615&#215;300&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221; el_class=&#8221;anuario-img-materia3&#8243;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;3\/4&#8243;]<div id=\"ultimate-heading-99356a52af1cb6f9f\" class=\"uvc-heading ult-adjust-bottom-margin ultimate-heading-99356a52af1cb6f9f uvc-83  uvc-heading-default-font-sizes\" data-hspacer=\"no_spacer\"  data-halign=\"left\" style=\"text-align:left\"><div class=\"uvc-heading-spacer no_spacer\" style=\"top\"><\/div><div class=\"uvc-main-heading ult-responsive\"  data-ultimate-target='.uvc-heading.ultimate-heading-99356a52af1cb6f9f h3'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"\",\"line-height\":\"\"}' ><h3 style=\"font-family:&#039;Roboto&#039;;--font-weight:theme;\">Quais as diferen\u00e7as entre o Sirius e o LHC, do Cern?<\/h3><\/div><\/div>[vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">NO CERN, FEIXES DE PR\u00d3TONS S\u00c3O ACELERADOS EM DIRE\u00c7\u00d5ES OPOSTAS PARA QUE SE CHOQUEM ENTRE SI.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os aceleradores de part\u00edculas Sirius, do CNPEM, e o LHC, do CERN, possuem algumas semelhan\u00e7as, mas s\u00e3o bastante diferentes. Em ambos os tipos de aceleradores, part\u00edculas s\u00e3o conduzidas dentro de c\u00e2maras met\u00e1licas ao longo de uma trajet\u00f3ria circular, e t\u00eam seu percurso guiado por \u00edm\u00e3s. Assim, alguns dos componentes que comp\u00f5em esses aceleradores se assemelham, e \u00e9 por isso que um acordo entre as institui\u00e7\u00f5es que abrigam cada uma dessas infraestruturas abre oportunidades tecnol\u00f3gicas para ambas. No entanto, os objetivos cient\u00edficos de cada uma dessas infraestruturas s\u00e3o distintos. No LHC, feixes de pr\u00f3tons s\u00e3o acelerados em dire\u00e7\u00f5es opostas para que se choquem entre si. Os pesquisadores detectam e analisam essas colis\u00f5es para estudar a mat\u00e9ria em uma escala subat\u00f4mica e investigar a estrutura mais fundamental do universo. J\u00e1 em uma fonte de luz s\u00edncrotron como o Sirius, el\u00e9trons s\u00e3o acelerados em uma \u00fanica dire\u00e7\u00e3o, sem colidir uns com os outros. Os el\u00e9trons devem circular de maneira est\u00e1vel por longos per\u00edodos de tempo. Este feixe de el\u00e9trons produz um tipo de luz especial, chamado de luz s\u00edncrotron. Essa luz \u00e9 ent\u00e3o usada pelos pesquisadores para estudar diversos materiais, na escala das suas mol\u00e9culas e \u00e1tomos.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row bg_type=&#8221;image&#8221; parallax_style=&#8221;vcpb-default&#8221; bg_image_new=&#8221;id^108|url^https:\/\/pages.cnpem.br\/anuario\/wp-content\/uploads\/sites\/142\/2022\/02\/726224_19-scaled-e1647379210270.jpg|caption^null|alt^null|title^726224_19|description^null&#8221; bg_override=&#8221;ex-full&#8221;][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;][vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;][vc_empty_space height=&#8221;16px&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1655135384520{margin-top: 30px !important;margin-right: 30px !important;margin-bottom: 30px !important;margin-left: 30px !important;padding-top: 20px !important;padding-right: 20px !important;padding-bottom: 20px !important;padding-left: 20px !important;background-color: rgba(33,33,33,0.5) !important;*background-color: rgb(33,33,33) !important;}&#8221;] O desenvolvimento de novas tecnologias de produ\u00e7\u00e3o de equipamentos, pe\u00e7as e a maestria na manipula\u00e7\u00e3o de materiais em suas mais diversas escalas fazem parte da&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1471,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":7,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-855","page","type-page","status-publish","hentry","description-off"],"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pages.cnpem.br\/anuario\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/855","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pages.cnpem.br\/anuario\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/pages.cnpem.br\/anuario\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pages.cnpem.br\/anuario\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1471"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pages.cnpem.br\/anuario\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=855"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pages.cnpem.br\/anuario\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/855\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pages.cnpem.br\/anuario\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=855"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}